Quando uma área sofre degradação — seja por movimentação de solo, supressão de vegetação ou qualquer outra intervenção que comprometa as condições ambientais do local —, o caminho para a regularização passa pela elaboração e execução de um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), documento técnico que define as medidas necessárias para recompor o ambiente impactado e atender às exigências do órgão ambiental competente.
A Ambiental & Drone elaborou e executou o PRAD de um imóvel residencial no município de Magé/RJ, em área de aproximadamente 500 m², localizada em zona altamente antropizada inserida na zona de amortecimento da Estação Ecológica da Guanabara. O projeto foi aprovado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Magé (SMMA) sem nenhuma exigência complementar — resultado direto da qualidade técnica do documento, elaborado em plena conformidade com a Resolução INEA nº 143/2017.
A área objeto do PRAD está situada no bairro São Francisco do Croárá, distrito de Mauá, município de Magé/RJ, inserida na zona de amortecimento da Estação Ecológica da Guanabara — uma Unidade de Conservação de proteção integral. Essa localização reforça a importância de qualquer intervenção ser conduzida com rigor técnico e respaldo legal, mesmo quando se trata de um trecho altamente antropizado com baixo valor ecológico atual.
O diagnóstico da área realizado pela equipe técnica da Ambiental & Drone identificou solo compactado e exposto, com cobertura esparsa de gramíneas e espécies herbáceas espontâneas, sem presença de vegetação nativa significativa. Esse diagnóstico foi determinante para a definição de uma proposta de recuperação proporcional ao impacto real — medidas de baixa complexidade, com ganhos ambientais efetivos em relação à condição preexistente.
O projeto foi estruturado com base na Resolução INEA nº 143/2017 — norma de referência para elaboração, execução e monitoramento de PRADs no estado do Rio de Janeiro — e seguiu o princípio da intervenção mínima: recuperar com o menor impacto adicional possível ao solo e à vegetação do entorno.
As ações executadas foram:
Foi realizado o nivelamento da faixa de solo que apresentava montes de barro e desníveis, uniformizando a superfície, recuperando a estabilidade do terreno e criando melhores condições para o enraizamento das mudas. A ação consistiu na redistribuição do solo já existente, sem acréscimo ou remoção significativa de material.
Como ação complementar, foi realizada a roçada de todo o lote — controlando a biomassa de gramíneas exóticas e protegendo os espécimes nativos já presentes na área — e a remoção manual de resíduos sólidos dispersos pelo terreno. Essas ações superaram o escopo mínimo previsto no projeto, reforçando o compromisso com a recuperação ambiental plena da área.
No limite do lote foi implantada uma linha de plantio com espécies nativas da Mata Atlântica, com espaçamento de 1,5 metros entre indivíduos. Foram utilizadas mudas de aroeira (Schinus terebinthifolius) e ipê-amarelo (Handroanthus albus), alternadas ao longo da linha de plantio.
O plantio seguiu protocolo técnico rigoroso:
A cobertura com palhada — detalhe que faz diferença no estabelecimento das mudas — conserva a umidade do solo, regula a temperatura e reduz a competição das gramíneas exóticas nas fases iniciais do desenvolvimento das espécies plantadas.
O PRAD prevê 18 meses de manutenção e monitoramento após o plantio, com visitas periódicas para garantir o bom desenvolvimento das mudas e a efetividade da recuperação ambiental. As atividades incluem coroamento, replantio de falhas, adubação de cobertura, irrigação emergencial em períodos de estiagem e controle de formigas.
Em cada visita são registrados taxa de sobrevivência das mudas, estado fitossanitário, presença de herbivoria ou pragas e condicionamento do solo. Esses dados alimentam relatórios técnicos periódicos apresentados ao órgão ambiental municipal, documentando a evolução do projeto ao longo de todo o período de monitoramento.
Um PRAD aprovado sem exigências complementares não é o resultado esperado em todos os processos — é o resultado de um documento tecnicamente bem fundamentado, proporcional ao impacto e em plena conformidade com as normas do órgão licenciador.
Na prática, isso significa que a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Magé analisou o plano e reconheceu que as medidas propostas eram suficientes para reverter as intervenções ocorridas e promover a requalificação ambiental da área — sem solicitar revisões, complementações ou estudos adicionais. Para o proprietário, essa aprovação representa segurança jurídica imediata e elimina o risco de atrasos, retrabalho e custos não previstos.
Esse resultado é alcançado quando o PRAD segue rigorosamente a Resolução INEA nº 143/2017, quando o diagnóstico da área é preciso e quando as medidas propostas são dimensionadas de forma proporcional ao impacto real — sem subestimá-lo nem exagerá-lo. É a abordagem que a Ambiental & Drone aplica em todos os PRADs que elabora.
A Ambiental & Drone elabora e executa Planos de Recuperação de Área Degradada para pessoas físicas, empresas e empreendimentos que precisam regularizar intervenções junto a órgãos ambientais municipais e estaduais no Rio de Janeiro. Atendemos:
Atendemos Magé, Niterói, Rio de Janeiro e toda a Região Metropolitana.
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